quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Exam mode ON

Venho, por intermédio deste post (fala sério), anunciar que a partir de hoje entro em exam mode, "modo prova". As três provas que tenho são daqui a menos de duas semanas, o que é um pouco apavorante. Só é menos apavorante que o fato de que tenho um total de 153 páginas de anotações de aula (Times 11, espaço simples) pra revisar, sem contar os livros, artigos, tratados e casos (ou, de forma mais realista, os resumos que fiz deles ao longo do semestre).

Se tiver notícias extraordinariamente boas ou ruins, postá-las-ei; do contrário, o mais certo é que eu volte à postância regular (que ultimamente, reconheço, já vinha meio irregular... aiai) daqui a uns 20 dias. Antes da pausa, porém, duas coisas:

1) Feliz Dia de Ação de Graças! :) Sou muito grato a Deus por cada detalhezinho que demonstra o cuidado dEle pra comigo, especialmente desde que cheguei aqui em NYC. Ainda que esse feriado seja mais um elemento estranho à minha cultura, hehe, e ainda que não tenha (mais?) lá grandes significados cristãos, nunca é de mais dar graças a Deus.

2) Feliz Advento! :) Começa domingo próximo! Aliás, até agora não tinha contado aqui que estou ensaiando e regendo um coro, o City Grace Advent Choir! Nossa única apresentação será dia 13 de dezembro, durante o culto. Postarei vídeos, se puder.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Good day: This looks good

"This looks good." Foi o que o professor (já) respondeu sobre a proposta de paper que eu mandei ontem. Pode parecer pouco emocionado e curtinho, mas, no contexto do e-mail (e considerando que foi enviado do celular), acho que foi um comentário positivo, pra compensar meu dia atrapalhado de ontem. Pronto, you may now take a picture. ;)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Bad day: please don't take a picture

Derramei um pouco de café na escrivaninha hoje de manhã. De fato, não foi muito (portanto, sem grandes estragos); mesmo assim, além da quantidade ótima (que é nada!). O mais grave foi um suave "collateral damage" a uns livros emprestados. (Glup.) Me senti muito mal com isso... nunca derramei café em coisas importantes. Mais do que isso, sempre achei absurdo que alguém tivesse a capacidade de derramar café em coisas importantes. Pronto, vivendo e aprendendo a não julgar ninguém em situação nenhuma.

Me apatralhei total e não consegui terminar as leituras para International Law (pela primeira vez no semestre!). "Tudo bem, pela primeira vez no semestre", e era uma quantidade grande de leituras (cobrindo nada menos que a segunda Guerra do Golfo e o caso da Nicarágua na Corte Internacional de Justiça e os conflitos na República Democrática do Congo). O problema, mesmo, era não conseguir ler tudo justo no dia em que eu razoavelmente achava que seria chamado pelo professor. Na aula anterior ele tinha chamado alunos do fim da lista, por isso eu imaginava que hoje ele haveria de voltar ao início. E voltou. E chamou minha colega Fulaninha Bradley. E eu pensei, "putz, Bradley... Brauch... ai, hoje não, hoje não". E ele não me chamou! Avançou pro meio da lista; chamou alguém de sobrenome com inicial "M". Bah, acho que cheguei a suspirar de alívio.

Depois da aula comprei comida num restaurante (com desconto para alunos da NYU, yay) e, como o dia estava bonito, fui almoçar no Washington Square Park. (Aqui tem muito isso de comida "pra levar", servida em recipientes descartáveis. Fico meio mal com o aspecto antiecológico... mas às vezes é demais remar contra a corrente, especialmente quando não se tem grana. Ai, será que estou indo contra os meus princípios? Pelo menos ainda penso neles!)

Já almocei outras vezes no Washington Square Park. Sempre é uma experiência interessante, mas a de hoje foi particularmente interessante. Primeiro, porque estava friozinho e com sol. Depois porque além dos esquilos frenéticos tinha várias pessoas passeando com seus cachorros, então a coisa estava mesmo um zoológico.

E por aí, claro, começam as bizarrices típicas de Washington Square Park. Um brasileiro (pelo menos acho que era, porque estava falando no telefone em português, com sotaque de brasileiro), estudante da NYU (disso eu tenho certeza porque vi que ele tinha na mão uma carteirinha da universidade), passou caminhando pela frente do banco onde eu estava sentado pelo menos umas três vezes em meia hora, sempre falando ao telefone. (Suponho que ele tenha a mesma mania que eu, de ficar caminhando de um lado para outro durante os telefonemas, só que um pouco turbinada - eu faço isso em casa, normalmente não em praça pública.)

Depois do brasileiro-falante-caminhante, apareceu um cara que me ofereceu drogas (nunca tinha me acontecido). Mas ele perguntou sutilmente, e eu respondi sutilmente (que não!), e ele foi embora sutilmente. Pronto. Muito Washington Square Park!

Ainda me apareceu um cara oferecendo uma cópia d'A Origem das Espécies, de Charles Darwin. De graça. "De graça?". Pensei, "já não vou muito com essa teoria, e tenho tanta coisa pra ler pra faculdade que nem daria tempo mesmo, e sempre desconfio de presentes de estranhos, e já tô desconfiado por causa do carinha que veio oferecer drogas", e recusei.

Por fim, fui à biblioteca da faculdade... e escrevi uma proposta de paper. Coisa meio maluca de se fazer a essas alturas do semestre, especialmente com tanto para estudar, e ainda mais num dia já meio de pé esquerdo como hoje... mas vamos ver o que o professor diz.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Coldplay foge de mim!

Claro. Agora que estou nos Estados Unidos, Coldplay planeja tour à America Latina (incluindo Brasil, claro) em fevereiro e março de 2010. Grrr...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Blue balloon

Que fique bem claro que eu nunca quis um celular com câmera. Pra que, se eu já tenho câmera (aliás bem melhor que qualquer câmera de celular)? Mas, já que ganhei um dos maninhos Ca e Volker, por que não usar todos os recursos à disposição - inclusive a câmera?

(A continuação do raciocínio é que, aos poucos, a câmera do celular vai deixando de ser apenas um recurso à disposição e se tornando indispensável a ponto de eu nunca mais sequer cogitar ter um celular sem câmera... Por essas e por outras é que resisto ao supérfluo.)

Acontece que agora reconheço que a câmera do celular até que pode ser útil. ("Sério mesmo?", pergunta irônico o leitor que já usa a câmera do celular desde o início do século.) Só por preguiça. Eu carrego quase sempre comigo minha câmera-câmera, mas às vezes é tão mais fácil (e rápido) usar a câmera-celular.

Sábado passado, por exemplo, só graças à câmera-celular fui rápido o suficiente pra registrar o balão azul perdido no céu de Manhattan.

Hoje caminhei até o Rockefeller Center (uma boa caminhadinha: da West 3rd até a 50th, quase 50 quadras) e vi (acho que pela primeira vez) a pista de patinação aberta. Um dia desses vou lá e continuo a aprender a patinar no gelo. (Ou seja, muitos tombos. Depois de três anos não restou nada da pouca habilidade que eu tinha!)